A cúpula do PSDB discute a expulsão do deputado federal Aécio Neves (MG), que virou réu na Justiça Federal na semana passada por corrupção passiva e tentativa de obstrução judicial das investigações da Lava Jato. A sigla, no entanto, espera que até agosto ele tome a iniciativa e peça licença para evitar a medida considerada mais “traumática”. A informação foi publicada nesta 2ª feira (8.jul.2019) no blog da jornalista Andréia Sadi, do portal G1. O novo presidente tucano, o ex-ministro Bruno Araújo (PE), pretende remodelar a imagem do partido, principalmente para as eleições de 2022. Além de Aécio, outros investigados estão na mira da sigla, como o ex-governador do Paraná, Beto Richa. JUSTIÇA FEDERAL O juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal em São Paulo, confirmou recebimento de denúncia contra Aécio na última 6ª feira (5.jul.2019). A denúncia foi feita em 2 de junho de 2017 pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot ao STF (Supremo Tribunal Federal), quando Aécio Neves ainda era senador. Em abril de 2018, a 1ª Turma do STF aceitou a denúncia. Por não ser mais senador e os fatos terem ocorrido em mandato anterior, o caso foi enviado pelo Supremo à 1ª Instância. A denúncia foi ratificada pelo MPF-SP (Ministério Público Federal em São Paulo), e, agora, novamente recebida pelo magistrado da 6ª Vara.
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