Pontes e viadutos, cascos de navios, carrocerias de carros e turbinas de avião. Essas são algumas das estruturas que utilizam ferronióbio em ligas metálicas. O nióbio, famigerado metal que é exaltado pelo presidente Jair Bolsonaro desde a época de campanha eleitoral, é praticamente monopolizado pelo Brasil e tem 1 potencial alto na avaliação do presidente. Mas, afinal, se ele é tão produtivo, por que o país não explora esse potencial econômico do nióbio? Primeiramente, pelo alto custo de operação demandado para a extração do metal. Apesar do Brasil contar com 90% das reservas mundiais de nióbio –na Amazônia, em Goiás e Minas Gerais–, algumas são exploradas por outros países. Outras inclusive, continuam intocadas. Se levarmos em conta a quantidade de depósitos de nióbio que o Brasil possui, a representação sobe para 98%. Os depósitos são reservas ainda não quantificadas ou comprovadas pelas autoridades. O Estado da Bahia, por exemplo, tem depósitos não explorados de nióbio. Contudo, por ainda estarem em fase de estudos, não são considerados reservas. slash-corrigido Além do Brasil, apenas Canadá e Austrália têm reservas quantificadas em seu território –cada 1 com 5% da produção mundial. A África é outro exemplo de local onde os depósitos mantêm-se não certificados. De todo o metal vendido no mundo, 82,5% vêm do Brasil. No entanto, o país ainda produz menos da metade de sua capacidade. Além disso, 7,5% do que é extraído em solo brasileiro está em posse de uma subsidiária de uma empresa chinesa, a CMOC.
0 Comentário(s)
Escreva um Comentário
MAIS LIDAS
Camaru 2020 é cancelada devido à pandemia de Covid-19
jul. 22, 20201471
Romaria ganha nova subestação da Cemig
jul. 14, 20201293
Uberlândia adere ao programa "Minas Consciente" após decisão judicial
jul. 11, 20201450
Manutenção garante segurança nas rodovias mineiras
ago. 19, 20201364





