O governo digitalizou 35 serviços desde o início de 2019. A economia estimada com o processo até o momento é de cerca de R$ 300 milhões. Ela inclui gastos que tanto o governo quanto a população deixam de fazer. A previsão é que essa redução de gastos possa chegar a R$ 6 bilhões em 2020. A maioria dos processos digitalizados são da CVM (Comissão de Valores Mobiliários): 20 no total. Entre eles: protocolo de documentos, levantamento de débitos ou créditos e solicitações de registro. Outros serviços que se tornaram digitais são a obtenção do certificado internacional de vacinação, o certificado por tempo de contribuição no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e o alistamento militar. A digitalização, além de reduzir custos para os órgãos públicos, pode possibilitar economia para os cidadãos. Deixam de usar transporte, fazer cópias de documentos e de perder tempo em filas. No caso do alistamento militar, por exemplo, alguns jovens precisavam fazer deslocamento para outras cidades para cumprir com a obrigação. No início de 2018, o Ministério do Planejamento divulgou que 70% dos serviços públicos ainda não estavam completamente digitalizados. A Secretaria-Geral ficou responsável por organização o processo de digitalização. O ministro da pasta, Floriano Peixoto, disse ao jornal que o pedido veio diretamente do presidente.
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