Com a economia quase estagnada há 3 anos, com crescimento pequeno, Estados e prefeituras no vermelho e a União correndo para aprovar a reforma da Previdência, o cenário para grandes obras de infraestrutura é ruim no que depender de dinheiro público. É por essa razão que a administração federal se organiza para incentivar a participação mais vigorosa da iniciativa privada. A área de mobilidade urbana é uma das prioridades. A ideia é garantir contratos mais sólidos do ponto de vista jurídico, que possam dar segurança a empresas interessadas em investir no setor. Basta observar a redução das verbas públicas nos últimos anos para perder as esperanças de ver dinheiro farto do governo em mobilidade urbana. Embora a União tenha destinado R$ 120 bilhões para a mobilidade urbana durante a existência do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), de 2003 a 2018, só uma parte foi entregue à população na forma de obras concluídas. Em junho do ano passado, 39 empreendimentos em mobilidade estavam parados. A maior obra da lista era a linha 6 do Metrô de São Paulo. O investimento será de R$ 21,5 bilhões. A ideia é fazer uma PPP (Parceria Público-Privada), um arranjo no qual parte do custo da operação é financiado pelo governo. “Será a maior do mundo”, diz o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy. No momento, o projeto está em fase de modelagem.
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