Estudantes e professores realizam uma das maiores manifestações dos últimos anos em Belo Horizonte. O protesto é contra os cortes de verba na educação pública, anunciados pelo MEC. A Paralisação deve atingir 75 instituições federais; MEC não descarta novos cortes Centenas de pessoas começaram a se reunir desde cedo, como ocorreu em frente à Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no bairro Floresta. Os manifestantes usam a hashtag #15M para marcar os protestos e voltam a entoar o grito de junho de 2013, "vem pra rua". Manifestantes saíram também do Centro Federal de Ensino Tecnológico (Cefet-MG) e do campus da UFMG na Pampulha em direção à Praça da Estação, onde foi programada a manifestação geral. Os estudantes empunharam cartazes em defesa da educação pública, com frases como "Contra o retrocesso", "Esse ano eu vou formar", "Lutei pra entrar, vou lutar pra ficar", "Tira a mão do meu futuro", "Universidade não é balbúrdia". Professores e estudantes também apontaram como os cortes impactam na descontinuidade das pesquisas. De acordo com a lei orçamentária (LOA), estavam previstos R$ 215 milhões para UFMG e os cortes podem chegar a cerca de R$ 64,5 milhões. Um grupo de indígenas também participou da passeata, alguns com rostos pintados e cocares. Eles também trouxeram cartazes, entre eles um onde estava escrito: "O governo não pode dar educação pois a educação derruba o governo".
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