O relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Tasso Jereissati, afirmou nesta segunda-feira (15) que senadores estão avaliando uma proposta paralela que inclua estados e municípios nas mudanças. Com 51 deputados presentes, o mínimo necessário, a Câmara dos Deputados abriu a sessão e, assim, começou a contar o prazo para a votação do segundo turno da reforma da Previdência. Governistas querem voltar do recesso, no dia 1º de agosto, com tudo bem adiantado para a segunda votação, em 6 de agosto. Em discurso no plenário, o deputado Luiz Lima, do PSL, criticou as mudanças no texto - aprovadas na Câmara - que beneficiaram algumas categorias como os policiais federais e os rodoviários federais. Privilégios que tiveram o apoio do partido dele, o mesmo do presidente Jair Bolsonaro. O deputado fez um apelo aos senadores, que também vão votar a proposta. “Foi um erro, na minha opinião, um erro crasso ter cedido ao peso e à pressão de certas corporações. Nós pedimos ao Senado Federal que não abra mais opções. Não é porque houve um erro aqui na Câmara dos Deputados que esse erro vai ser novamente cometido no Senado”. O coordenador da bancada do Rio Grande do Sul na Câmara, Giovani Cherini, do PL, também defendeu a necessidade de se incluir estados e municípios na reforma.
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