A crise no Cruzeiro parece não ter fim. A Polícia Civil de Minas Gerais realiza mandados de busca e apreensão nas dependências do clube e nas residências de dirigentes e agentes ligados à cúpula na manhã de hoje. A diretoria diz apoiar as investigações por meio de nota, mas lamenta que seja às vésperas das quartas de final da Copa do Brasil. Os agentes foram à sede administrativa, aos dois centros de treinamentos (Toca da Raposa I e Toca da Raposa II), à sede da Máfia Azul (torcida organizada) e às sedes das empresas IMM Assessoria e Consultoria Esportiva (ligada a Itair Machado) e Status Assessoria (ligada a Sergio Nonato dos Reis. Há mandado também para busca e apreensão nas residências do mandatário Wagner Pires de Sá, do vice de futebol Itair Machado, do diretor-geral Sergio Nonato dos Reis, dos agentes Carlinhos Sabiá e Ângelo Pimentel e do empresário Cristiano Richard, responsável por emprestar R$ 2 milhões aos mineiros em março do ano passado. O Cruzeiro é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais por supostas transações irregulares, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. O inquérito teve início em maio de 2019, logo após a publicação de uma reportagem pelo Fantástico. Uma das irregularidades era a cessão de 20% dos direitos econômicos de uma criança de 11 anos à época (Estevão William). Depois de contrair um empréstimo de R$ 2 milhões com o empresário Cristiano Richard dos Santos Machado, em março de 2018, a diretoria cedeu direitos de dez atletas para realizar o pagamento do empréstimo. A cúpula cruzeirense se manifestou e lamentou que o fato ocorra às vésperas do jogo contra o Atlético-MG, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Os adversários se enfrentarão depois de amanhã, no Mineirão.
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