Por Redação | Belo Horizonte (MG) — 4 de novembro de 2025
A decisão foi proferida pelo juiz Alexandre Magno de Resende Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, que concluiu não haver provas suficientes para responsabilizar individualmente os acusados pelas mortes e intoxicações provocadas pelos produtos contaminados.
⚠️ A tragédia que chocou o país
O caso veio à tona em janeiro de 2020, quando consumidores de cervejas da marca Belorizontina, fabricadas pela Backer, apresentaram sintomas graves de intoxicação.
As investigações do Ministério da Agricultura e da Polícia Civil detectaram as substâncias dietilenoglicol (DEG) e monoetilenoglicol (MEG) — componentes tóxicos usados no sistema de refrigeração — em diversos lotes.
O resultado foi devastador: 10 mortes confirmadas e 16 vítimas sobreviventes com sequelas graves, incluindo danos neurológicos e renais. A repercussão levou à suspensão das atividades da cervejaria e ao recolhimento de milhares de garrafas.




